Neurodiversidade e autismo moldam formas legítimas de perceber e viver o mundo. Você pode se identificar como neurodivergente, com diagnóstico de autismo, TDAH ou outro processamento diferente do padrão esperado. Talvez sinta que precisa se adaptar o tempo todo. Afinal, caber nos moldes dos outros cansa.
Nem todo mundo pensa, sente ou percebe o mundo da mesma forma. E isso não é um erro — é potência.
A neurodiversidade é a ideia de que há múltiplas formas de funcionamento neurológico, todas igualmente humanas. Para o existencialismo, cada pessoa é um projeto em construção. Ou seja, você escolhe quem é a partir das condições que atravessam sua vida. Isso inclui sua forma de perceber, sentir, interagir e construir sentido.
A sobrecarga nem sempre é sobre não dar conta. Às vezes, é sobre viver em um mundo que não te compreende. Essas experiências merecem escuta respeitosa e profunda — sem pressão para performar, sem medo de não ser compreendido.
Uma escuta que respeita sua forma de ser, sentir e existir no mundo. Apoio para compreender suas relações, limites e potências. Reflexões sobre escolhas, liberdade e o desejo de existir com autenticidade. Validação do seu modo de estar no mundo, com ética e acolhimento.
Sou Malu Mendes, psicóloga clínica (CRP 12/15483), com mais de 10 anos de experiência. Atendo adolescentes, jovens e adultos — incluindo pessoas neurodivergentes, especialmente do espectro autista. Minha prática se baseia na abordagem existencial inspirada em Sartre. Assim, ofereço uma escuta sensível, ética e comprometida com a singularidade de cada ser.
Esse processo é para você que...
Se reconhece como autista, TDAH ou neurodivergente;
Deseja um espaço terapêutico que acolha sua forma única de existir;
Busca compreender suas emoções, escolhas e relações com mais profundidade.
Sim. Atendo adolescentes e adultos do espectro autista, respeitando as particularidades de cada fase da vida.
Não. A psicoterapia pode começar mesmo que você ainda esteja em processo de autodescoberta. O que importa é como você se sente e o que deseja trabalhar.
Sim. A escuta existencial é ideal para quem busca refletir sobre a própria existência sem reducionismos. Além disso, ela acolhe a complexidade do ser humano em suas múltiplas formas de ser.