olhar para dentro pode ser o início da travessia
Na perspectiva existencialista sartriana, compreendemos essa fase como um momento em que o jovem começa a se responsabilizar pela própria existência, encarando a liberdade de ser quem é — e os conflitos que isso provoca.
Se você é adolescente ou responsável e sente que está difícil enfrentar esse momento sozinho, entre em contato. A psicoterapia pode ser um espaço de descoberta, autonomia e cuidado com o existir.
Cada vida é única. E cada processo terapêutico também.
Acolho o jovem como sujeito em processo, que não se define por rótulos, mas por possibilidades.
A escuta é construída com empatia e respeito às diferentes formas de ser e sentir.
A relação com os responsáveis é cultivada com diálogo e orientação, respeitando a autonomia do adolescente.
Prática clínica que respeita o neurodesenvolvimento sem perder de vista a subjetividade do jovem autista.
Sou Malu Mendes, psicóloga clínica (CRP 12/15483) com mais de 10 anos de experiência, apaixonada por escutar e acompanhar trajetórias em construção. Atuo com base na abordagem existencialista, acreditando que cada pessoa carrega a liberdade — e também a responsabilidade — de construir sua própria história.
Escolha o atendimento ideal para você
Atendimento voltado a adolescentes que estão enfrentando angústias, conflitos familiares, dúvidas sobre identidade, crises de sentido ou sofrimento emocional.
Você não precisa se encaixar em tudo. Talvez o que você precise é de um lugar onde possa ser você, do seu jeito.
com o objetivo de compreender os desafios próprios da adolescência e construir uma relação mais saudável com seus filhos, a partir do respeito à liberdade e à singularidade do jovem.
Ser responsável também é aprender a respeitar o tempo do outro
respeitando seus modos de ser, suas formas de se comunicar e seus limites sensoriais, sem apagar suas experiências existenciais e sua necessidade de ser reconhecido em sua totalidade.
Perguntas Frequentes (FAQ)
É um momento de escuta, onde acolho as demandas iniciais e explico o funcionamento do processo terapêutico. Não há julgamentos.
Sim. A escuta só é transformadora quando há uma mínima abertura. Trabalho com muito cuidado para que esse desejo possa ser despertado com tempo e respeito.
Por meio de encontros de orientação parental e alinhamentos periódicos, sem invadir o espaço singular do adolescente, mas ajudando a construir pontes com ele.
Sim. Os atendimentos podem ser online ou presenciais, com a mesma qualidade de escuta e cuidado.