A terapia para casais é um convite para que essas vivências deixem de ser um fardo solitário e se tornem possibilidade de diálogo, reconstrução e escolha consciente.
Sob a perspectiva existencialista — especialmente inspirada no pensamento de Jean-Paul Sartre — compreendemos que amar é um ato de liberdade, e também de responsabilidade.
Por isso, neste espaço terapêutico, acolhemos casais de todos os formatos, gêneros e trajetórias, com o compromisso ético de promover um cuidado que respeita a singularidade de cada relação.
A terapia não busca encontrar culpados, mas lançar luz sobre os modos de existir de cada pessoa na relação. A partir disso, torna-se possível repensar acordos, expressar necessidades, identificar padrões e construir uma comunicação mais autêntica e respeitosa.
Este é um espaço em que todos são bem-vindes: casais heteroafetivos, homoafetivos, não-monogâmicos, casais em transição ou que simplesmente desejam se conhecer mais.
Dificuldades na comunicação: quando falar e escutar parece cada vez mais difícil.
Conflitos recorrentes: discussões que se repetem e não encontram resolução.
Distanciamento afetivo: a sensação de estarem juntos, mas cada vez mais longe.
Sexualidade e desejo: mudanças no desejo, desconexões ou silêncios sobre o corpo e o prazer.
Projetos de vida divergentes: quando os caminhos parecem apontar para direções diferentes.
Reconstrução após crises: traições, perdas ou mudanças profundas que abalaram a relação.
Encontros entre diferenças: desafios no convívio com valores distintos — culturais, religiosos, políticos, entre outros.
sobre a Terapia de Casal
Não. Embora muitas pessoas procurem a terapia em momentos de crise, esse espaço também pode ser um caminho para fortalecer o vínculo, melhorar a comunicação e ressignificar a relação. Casais que estão bem, mas querem se conhecer mais profundamente, também se beneficiam.
As sessões geralmente acontecem com as duas pessoas presentes, em um espaço de escuta e diálogo mediado por mim, com base na abordagem existencialista. Em alguns casos, podem ser propostas sessões individuais, quando necessário para o processo.
Sim. Todas as formas de amar são bem-vindas. Atendo casais heteroafetivos, homoafetivos, pessoas em relacionamentos abertos, casais em transição, entre outros. O cuidado que ofereço é comprometido com o respeito à diversidade, aos direitos humanos e à singularidade de cada vínculo.
Não. A terapia não é um tribunal. O foco não está em apontar culpados, mas sim em compreender como cada pessoa vive a relação, quais são as dores e desejos envolvidos, e o que é possível construir a partir disso. A escuta é sempre acolhedora, respeitosa e ética.