Mudanças fazem parte da existência: um novo emprego, o fim de um relacionamento, a saída de casa, a chegada da aposentadoria, uma gestação inesperada, a escolha de um curso, um diagnóstico novo, ou até uma mudança de cidade. São momentos que nos desinstalam do que conhecíamos e nos colocam frente ao desconhecido — exigindo coragem, mas também cuidado.
essas fases de transição são vistas como oportunidades de confrontar perguntas profundas:
Mudanças no trabalho ou na carreira;
Fim de ciclos (formatura, relacionamentos, contratos);
A chegada de um novo membro na família;
Adolescência, menopausa, envelhecimento;
Mudanças na identidade (de gênero, orientação, posicionamento político ou religioso);
Recomeços após perdas, doenças ou rupturas;
Na clínica existencialista, cada fase de transição é um convite a olhar para si com honestidade e liberdade. Em vez de respostas prontas, o que se constrói é um espaço onde o incômodo pode ser acolhido e compreendido. Porque transitar também pode ser sinônimo de criar novos sentidos para a própria vida.
Você não precisa fazer essa travessia sozinho(a)(e).