Ter autoestima não é se achar melhor que os outros nem viver de autoconfiança inabalável. É, antes de tudo, a qualidade da relação que você tem consigo mesmo — o quanto você se respeita, se acolhe e se trata com dignidade, mesmo nos dias difíceis. E, como toda relação, ela pode ser cuidada.

O que é autoestima?

Autoestima é o valor e o respeito que você atribui a si. Ela não depende de ser perfeito, mas de reconhecer que você merece cuidado independentemente de acertos e erros. Uma autoestima saudável não elimina a insegurança — ela permite conviver com ela sem se destruir.

Sinais de autoestima baixa

Como construir uma relação mais gentil consigo

A autoestima se constrói no dia a dia: observando o tom com que você fala consigo, cultivando a autocompaixão, honrando seus limites e reconhecendo pequenas conquistas. Não é sobre virar outra pessoa, mas sobre parar de ser seu pior juiz. A psicoterapia é um espaço potente para esse processo, especialmente quando a baixa autoestima tem raízes antigas.

Perguntas frequentes

Dá para melhorar a autoestima?
Sim. A autoestima não é fixa: ela se constrói e se reconstrói com autoconhecimento, cuidado e, muitas vezes, acompanhamento profissional.

Autoestima é a mesma coisa que autoconfiança?
Não exatamente. A autoconfiança se refere à crença na sua capacidade de fazer algo; a autoestima é o valor que você dá a si, independentemente do desempenho.

Quando buscar ajuda?
Quando a baixa autoestima afeta suas relações, seu trabalho ou seu bem-estar, a terapia ajuda a compreender e transformar essa relação consigo.

Vamos conversar?

Se você tem sido duro demais consigo, a terapia pode ajudar. Sou Malu Mendes, psicóloga (CRP 12/15483) de abordagem existencial, e atendo presencialmente no centro de Florianópolis e online.

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Fonte: Autoestima: o que é, sinais de autoestima baixa e como melhorar (SAB Psicologia).

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