Se você se culpa por deixar tudo para depois, talvez se surpreenda: a procrastinação não é preguiça nem falta de força de vontade. Ela costuma ser uma forma de lidar com emoções desconfortáveis — como medo, ansiedade e autocobrança. Entender o que o adiamento esconde é o caminho para sair do ciclo.

O que é procrastinação?

Procrastinar é adiar de forma repetida algo que você sabe que precisa fazer, mesmo prevendo o prejuízo. Na psicologia, isso é entendido menos como um problema de tempo e mais como uma dificuldade de regulação emocional: a tarefa desperta uma emoção difícil, e adiá-la traz alívio imediato — só que temporário.

O que se esconde atrás do adiamento?

Como quebrar o ciclo da procrastinação?

Ajuda dividir a tarefa em partes bem pequenas, para reduzir o peso do começo; combinar consigo um tempo curto de foco; acolher a emoção que aparece em vez de se atacar; e lembrar que “feito” costuma ser melhor que “perfeito”. Quando a procrastinação é geradora de sofrimento, a psicoterapia ajuda a cuidar do medo e da autocobrança que a sustentam.

Perguntas frequentes

Procrastinar é preguiça?
Não. É uma forma de evitar emoções desconfortáveis. A pessoa muitas vezes quer fazer, mas trava diante do medo ou da ansiedade.

Por que me sinto pior depois de adiar?
Porque o alívio é temporário. Logo vêm culpa e mais ansiedade, o que alimenta um novo adiamento — o ciclo da procrastinação.

Quando buscar ajuda?
Quando o adiamento é constante, prejudica sua vida e vem acompanhado de sofrimento. A terapia ajuda a entender e a interromper esse padrão.

Vamos conversar?

Se a procrastinação tem gerado sofrimento, podemos olhar para o que está por trás dela. Sou Malu Mendes, psicóloga (CRP 12/15483) de abordagem existencial, e atendo presencialmente no centro de Florianópolis e online.

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Fonte: Procrastinação na psicologia (Psiconsultório).

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